Justiça, Eutanásia, Homicídio, Pena de Morte, Suicídio

Pena de morte nos países desenvolvidos e em desenvolvidos

     De uma maneira geral os países desenvolvidos são aqueles que menos aplicam a pena de morte, no entanto esta pena tanto é aplicada em países desenvolvidos como os EUA, como países menos desenvolvidos e o caso do Afeganistão.

      A pena de morte encontra-se abolida para todos os crimes em quase todos os países da Europa e da Oceânia. Na América do Norte, foi abolida no Canadá e no México e em algumas zonas dos Estados Unidos da América. Na América do Sul, como a Argentina e o Brasil ainda mantém a pena de morte para alguns crimes, mas estes estão completamente fora da realidade do quotidiano dos cidadãos, como, por exemplo, traição em tempos de guerra.  São ainda muitos os países que aplicam a pena de morte, como por exemplo, a China que actualmente possui uma estatística de 2010 da existência de cerca de 10 mil casos de pena de morte seguidos de execução, outros países e os EUA, a Arábia Saudita, a Rússia, o Iraque, o irão e o Afeganistão.

       Os métodos de aplicaçao mais usados actualmente sao o fuzilamento (73 paises), o enforcamento (58 paises). Esses metodos são usados sobretudo nos países asiáticos e muçulmanos. O apedrejamento eé um método usado em 7 países dos quais sao todos islâmicos e punem crimes como o adultério. A injecção letal, câmara de gas e a electrocussão são usados nos EUA. 

países - pena de morte

      A Pena de Morte tende a ser aplicada aos membros mais vulneráveis da sociedade: aos pobres, aos doentes mentais, aos membros de minoras raciais, étnicas e religiosas.

      Em todo o mundo é aplicada de modo desproporcional, sendo os indivíduos de classes sociais mais baixas, os mais punidos com esta pena. Os migrantes e estrangeiros pelo mundo fora sofrem de marginalização, pobreza, xenofobia e discriminação, factores que influenciam todo o processo de condenação à morte. Raramente têm uma representação legal, e não compreendem os processos levantados contra eles. Em alguns casos, nem eles nem as suas famílias são informados de que foram condenados à morte.

     Estes factores, quer individualmente, quer quando combinados, provam que muitos prisioneiros são alvos de discriminação durante os processos de condenação.

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